Vila do Sossego
Zé Ramalho
Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam
Em seus papiros Papillon já me dizia
Que nas torturas toda carne se trai
Que normalmente, comumente,
fatalmente, felizmente,
Displicentemente o nervo se contrai
Ô, ô, ô, ô, com precisão

Nos aviões que vomitavam pára-quedas
Nas casamatas, caso vivas, caso morras
E nos delírios meus grilos temer
O casamento, o rompimento,
o sacramento, o documento
Como um passatempo quero mais te ver
Ô, ô, ô, ô, com aflição

Meu treponema não é pálido nem viscoso
E os meus gametas se agrupam no meu som
E as querubinas meninas rever
Um compromisso submisso, rebuliço no cortiço
Chame o ´Padim Ciço´ para me benzer
Ô, ô, ô, ô, com devoção
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Que cést triste venise (Charles Aznavour)
Olê, Olá (Chico Buarque)
Marina (Dorival Caymmi, Gilberto Gil)
Amor maior (Jota Quest)
Lembra de mim (Ivan Lins)
If (Bread, David Gates)
É Hoje (Didi, Mestrinho)
Cheia de charme (Guilherme Arantes)
A sombra da maldade (Cidade Negra)
De Mais Ninguém (Marisa Monte, Arnaldo Antunes)
Meu erro (Paralamas)
As Rosas Não Falam (Cartola)
Todo Azul do Mar (Flávio Venturini)
Brasil Pandeiro (Baby do Brasil)
O tempo não pára (Cazuza)
Siga seu rumo (Olvídame y Pega la Vuelta) (Pimpinela)
Ah, como eu amei (Benito Di Paula)
Fora da lei (Ed Motta)
O mundo anda tão complicado (Legião Urbana)
Hey Jude (The Beatles)