O Bêbado e a Equilibrista
Aldir Blanc, João Bosco
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Não sei viver sem ter você (CPM 22)
Quem te viu, quem te vê (Chico Buarque)
Rindo à toa (Fala Mansa)
One day in your life (Michael Jackson, Sam Brown, Armand III, Renee)
Tédio (Biquini cavadão)
Café da Manhã (Roberto Carlos, Erasmo Carlos)
Part Time Lover (Stevie Wonder)
Vila do Sossego (Zé Ramalho)
Paralelas (Belchior)
Tudo bem (Lulu Santos)
Ue wo muite arukou (Sukiyaki Sakamoto Kyu, Hachidai Nakamura)
Ela é carioca (Tom Jobim)
Love Comes To Everyone (George Harrison)
Um Dia Um Adeus (Guilherme Arantes)
Revoluções Por Minuto (RPM)
Autor da minha fé (Grupo Elo, Paulo Cezar da Silva)
How do you do (Roxette)
Ebony eyes (Rick James, Smokey Robinson)
Cartomante (Ivan Lins, Vitor Martins)
Há tempos (Legião Urbana)