O Bêbado e a Equilibrista
Aldir Blanc, João Bosco
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Todo sentimento (Chico Buarque, Cristóvão Bastos)
Insensível (Titãs)
My love (Paul McCartney)
Você é linda (Caetano Veloso)
A Whole New World (Alan Menken, Tim Rice)
Midnight Express (Giorgio Moroder)
On My Knees (Jaci Velasquez, Nicole C. Mullen)
Sereníssima (Legião Urbana)
Sorry, Blame It On Me (Akon)
Lula lá (Sem medo de ser feliz) (Hilton Acioli)
I´ll never fall in love again (Burt Bacharach, Hal David, Dionne Warwick, Deacon Blue)
Sala de reboco (José Marcolino, Luiz Gonzaga, Dominguinhos)
I´ll be over you (Toto, Steve Lukather, Randy Goodrum)
Bandolins (Oswaldo Montenegro)
Canteiros (Fagner)
Alvorada voraz (RPM)
Moment in time (Whitney Houston)
Ave Maria (Schubert) (Franz Schubert)
Novo tempo (Ivan Lins, Vitor Martins)
Coming around again (Carly Simon)