O Bêbado e a Equilibrista
Aldir Blanc, João Bosco
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Honey honey (Abba)
Agonia (Oswaldo Montenegro)
Vai passar (Francis Hime, Chico Buarque)
Baader-Meinhof Blues (Legião Urbana)
White Christmas (Natal branco) (Irving Berlin)
A força do amor (Roupa Nova, Ronaldo Bastos, Cleberson Horsth)
Vou festejar (Beth Carvalho, Dida, Neoci Dias, Jorge Aragão)
Firmamento (Cidade Negra)
Frisson (Tunai)
I Do It For You (Everything I Do) (Bryan Adams, Robert Lange, Michael Kamen)
Ska (Paralamas)
Arerê (Ivete Sangalo)
Preciso aprender a ser só (Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle)
Espumas ao vento (Accioly Neto)
Beleza Rara (Banda eva)
New York, New York (Frank Sinatra)
Daniel na cova dos leões (Legião Urbana)
Não Ter (Sandy & Junior)
Give it away (Red Hot Chili Peppers)
Geração coca-cola (Legião Urbana)