O Bêbado e a Equilibrista
Aldir Blanc, João Bosco
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Ah, como eu amei (Benito Di Paula)
Amor verdadeiro (Alexandre Pires)
Je t´aime moi non plus (Jane Birkin, Serge Gainsbourg)
How do you do (Roxette)
White Christmas (Natal branco) (Irving Berlin)
My heart will go on (Tema do Titanic) (James Horner, Will Jennings, Celine Dion)
Tarde em Itapuã (Toquinho, Vinícius de Moraes)
Quando o sol bater na janela do seu quarto (Legião Urbana)
A vida tem sons (Roupa Nova)
Lanterna dos afogados (Paralamas)
Samba de uma nota só (Tom Jobim)
Bye bye, Brasil (Chico Buarque, Roberto Menescal)
João e Maria (Chico Buarque, Sivuca)
Loucas horas (Guilherme Arantes)
Novo tempo (Ivan Lins, Vitor Martins)
Qual é (Marcelo D2)
Take me now (David Gates)
O pulso ainda pulsa (Titãs)
Entre a Serpente e a Estrela (Zé Ramalho)
Em nome do Senhor Jesus (Paulo Cesar Brito)